Escrever um blog – ao longo de doze anos de Internet – sempre me pareceu uma idéia meio tola; mas isso mudou há dois meses e não sei por que razão. Eu sempre gostei de escrever, mas nunca de expor o que escrevia. Acho que a palavra escrita tem um poder enorme e ao mesmo tempo que essa constatação me seduz, me intimida também. Mas atualmente, as coisas mudaram um pouco, e em consequência dessas mudanças, percebi que estou mais “solta”, menos travada e sem muitos pudores ou receios de milindrar quem não compartilhe com meus argumentos, idéias ou pensamentos. Alguns me acham “autêntica” outros “audaciosa”; fico com o meio-termo: não sou hipócrita e simplesmente digo o que penso – claro, com todos os cuidados que implicam esse ato, como educação e um certo tato – porque obviamente não sou dona de nunhuma verdade e nunca tive como meta, impingir nada a ninguém. A propósito, acho isso horrível. Não tolero que me forcem a concordar com algo que não quero, não gosto ou não acredito. Fui criada num ambiente familiar de total liberdade de expressão e de não repressão.
Tenho muita coisa para contar, estórias engraçadas minhas, de minha família, etc. Mas infelizmente, as melhores, ah…essas são impublicáveis e irão comigo para o túmulo! Sorry ![]()
Enquanto isso – pois não pretendo morrer tão cedo – vou postando aqui as minhas idéias, meus versos, meus humores, minha visão do mundo enfim. Mas também aviso logo uma coisa: mudo de idéia com facilidade, não sou do tipo que se agarra à elas como “convicções inabaláveis”; sou bastante flexível e isso não me causa constrangimento algum.
Bom, este foi o “prefácio” do “Buraco da Fechadura”. Adooooooooro comentários, (sempre!) sugestões, (se cabíveis forem) críticas, (sempre que acharem oportuno) sobre todo e qualquer post que for publicado aqui!
Em outras palavras, fiquem totalmente à vontade
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Leonard Cohen – “I’am Your Man”













