minha mãe possuia uma oncinha, (esta que na foto aí em cima) nome científico:”leopardus wiedii” relativamente mansa; só não gostava muito de homens. Chamava-se Luana, embora mais tarde, o veterinário numa consulta mais detalhada, descobriu que se tratava de um macho. Mas era tarde pra trocar-lhe o nome! Nesta época, morávamos numa enorme casa em Petrópolis. Minha mãe a levava para todos os lugares, alguns, clandestinamente, dentro de uma bolsa Adidas adaptada com furinhos etc. Vínhamos muito ao Rio, pois todos os parente do lado materno, moram aqui. Fomos então, eu, minha mãe – com a Luana no colo – e minha tia Didi (sempre muito loura, maquiada e vaidosa) fazer compras em Copacabana. Eu, por estar andando alguns passos atrás, assisti tudo como num filme: as duas, de braços dados, conversando, alheias ao que se passava em volta, quando de repente, do nada, a tia Didi gritou: “Aí, tarado filho da puta!” e agatanhou o braço da minha mãe. Nisso a Luana se assustou e quase agatanhou e mordeu a minha tia, não fosse a presteza da mamãe em segurá-la com firmeza. Tia Didi pensou ter sido beliscada por algum homem mal-intecionado, mas quem a beliscou foi um tucano de uma senhora de cabelos compridos e brancos, (muito conhecida no bairro) que, como a minha mãe, levava seu bichinho de estimação para todo lugar. Como o tucano vinha no sentido contrário, eu vi bem a cara de “cínico” que ele fez depois de beliscá-la. Ou seja, caso a mamãe não tivesse contido a Luana, tia Didi teria sido atacada simultaneamente por uma onça e um tucano em plena AV.Nossa Senhora de Copacabana! Imaginem só as manchetes dos jornais…principalmente os estrangeiros…















Legal que você gostou!
Mas olha, seu pai superou o meu ( que também tinha com ele no navio de guerra, seu inseparável schnauzer "Waldy"!
Beijo!
Adorei a história. Meu pai tinha uma jaguatirica em pleno contra-torpedeiro da Marinha, e ai de quem mexesse com o bicho. Rsrsrs!
Posso publicar essas histórias no meu site? Melhor, vamos criar uma seção para você?
Beijo!